A Suposta Estrela de Belém

Analisando minuciosamente o que escreveram na Bíblia a respeito da "estrela de Belém", e trazendo para a linguagem de hoje, para compreendermos melhor, descobrimos detalhes interessantes e surpreendentes que muitos não perceberam até agora.


Portanto, vamos verificar atentamente tais detalhes, conforme está escrito:


Tendo nascido um menino chamado Jesus, no tempo do rei Herodes, em Belém de Judéia, uns magos vieram do Oriente seguindo uma estrela até Jerusalém, para adorar o garoto, que segundo eles, o menino seria o novo rei dos judeus. Então o rei Herodes chamou secretamente os magos, e inquiriu deles, acerca do tempo exato em que a estrela apareceu para eles (Mateus, 2:1° a 7).

Após examinar o versículo 7, logo podemos perceber que a tal "estrela" não era uma estrela conhecida, que estava todas as noites no céu, porque ela apareceu de repente para os magos, conforme o questionamento do rei Herodes.


Se tal "estrela" fosse uma estrela que estava sempre visível no céu, não teria porque aparecer assim, de repente para os magos, pois ela sempre estaria lá, presente e visível a todos que olhassem para o alto. Assim sendo, o rei Herodes não precisaria perguntar para os magos, quando a estrela apareceu.


Por enquanto, percebemos primeiro que a citada "estrela" apareceu de repente, por não se tratar de uma estrela, igual às estrelas já conhecidas e visualizadas normalmente pelas as pessoas.


Continuando no mesmo capítulo 2, verificamos no versículo 9, detalhes ainda mais interessantes, a respeito dessa "estrela" misteriosa. Vejamos:


E, tendo os magos ouvido o rei Herodes, partiram; e eis que a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino (Mateus, 2:9).

Veja bem, quem chegou e se deteve sobre tal lugar foi a suposta estrela, a qual ia adiante deles. Se o texto se referisse aos magos, estaria escrito que eles ao chegar, se detiveram no lugar. Ou seja, a "estrela" que os magos viram no Oriente, ia se locomovendo no ar, à frente deles. E ao chegar ao seu destino, a "estrela" se deteve (parou) sobre o lugar. O versículo está bem claro, para quem leva em consideração o significado correto do texto.


Acontece que, muitas vezes não lemos um texto bíblico com nossos próprios olhos, quando aceitamos interpretações de terceiros, como sendo corretas. Pois, já que a interpretação que fizeram no passado sobre a "estrela" de Belém está correta, então porque eu terei que analisar e tentar entender novamente o que já foi entendido e explicado? Assim funciona a nossa mente preguiçosa.


O versículo 9 nos revela claramente que a tal "estrela", não era realmente uma estrela. Chamaram de estrela porque não tinham outra palavra mais adequada para denominar tal fenômeno visível. Naquela época não havia outro vocabulário além daquele que o povo conhecia.


Esses detalhes foram colhidos do livro de Mateus. Agora vamos colher mais um pouco dessas informações no livro de Lucas, que tratou também do nascimento de Jesus e desse mesmo fenômeno, porém utilizando outras palavras:


Havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho de ovelhas. E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor (Lucas, 2:8 e 9).

No livro de Lucas, escrito antes ou após o livro de Mateus, foram utilizadas outras palavras para explicar o mesmo fato. A "estrela" dessa vez foi escrita como sendo o "anjo do Senhor", "glória do Senhor" que irradiava resplendor. Então os pastores de ovelhas tiveram muito medo de tal suposta estrela. Claro, quem não ficaria com medo? Porém, não ficariam com medo, caso fosse de fato uma simples estrela distante.


Conclusão, o "anjo do Senhor" veio sobre os pastores de ovelhas. "Veio sobre eles", significa que veio do ar, e o que será que eles chamaram de "glória do Senhor" que cercou de resplendor os pastores?


A glória subentende que era algo grandioso e fantástico. E quanto ao resplendor (brilho intenso) que os cercou, deixou claro que os pastores foram cercados por um grande foco de luz. Se o brilho intenso de tal luz os cercou, foi porque a luz refletia circularmente, é claro, como se fosse à luz de um grande refletor. E os pastores, ao ver aquele fenômeno desconhecido e misterioso, ficaram com grande medo. Todavia não era para menos, até nós ainda hoje, teríamos medo, conforme podemos verificar em alguns casos verídicos pesquisado pela Ufologia.


Enquanto isso observe que eu não estou supondo, nem especulando mentalmente, porém estou apenas enfatizando o que já está simplesmente escrito, algo que muitos ainda resistem enxergar e admitir conforme o significado correto do texto, devido suas crenças preconcebidas.


Na realidade, está evidente que o que era chamado de "estrela", "anjo", "glória do Senhor" era algo grande que voava, e que, nesse caso, veio se dirigindo desde o Oriente e continha luzes intensas que se projetava de cima para baixo em forma circular, que denominaram de resplendor. Hoje, quando alguém ver um fenômeno semelhante a este, dá naturalmente outro nome e outras explicações. O que é bastante compreensível, de acordo com cada época. Porém, o que é que retarda tal conhecimento importante e interessante até hoje? As crenças, claro! Tanto religiosas quanto também científicas. Malditas crenças intelectuais que impossibilita enxergar a realidade simples, enquanto isso nos mantém atrasados.


Hoje, porém, já se admite mundialmente que seria presunção nossa, acreditar que estamos sozinhos no universo. Muitas pessoas, inclusive alguns astrônomos, já conseguem ao menos admitir que acreditam que existe vida inteligente em outros Planetas, mas duvidam que esses seres possam visitar o nosso pequeno planeta Terra. Ora, se existe vida inteligente em outros planetas, o que poderia impedir que seres inteligentes do espaço visitassem a Terra? O único impedimento, a meu ver, seria apenas tecnológico. Contudo, supondo que existem seres muito mais avançados do que nós no espaço sideral, não seria um absurdo admitir que eles, não só vem a Terra, como já vieram muitas vezes no passado.


Outros interrogam: "Como tais seres inteligentes do espaço, poderiam ser parecidos conosco?". Para responder esta pergunta primária, basta observar no Velho Testamento as experiências genéticas que foram feitas com os seres humanos. Mas é preciso enxergar realmente conforme está escrito independentemente das interpretações religiosas. Dessa forma, chegaremos à conclusão óbvia que nem suspeitamos como era a nossa aparência física, antes de tais experiências genéticas. Só quem fez tais experiências, saberia dizer com precisão como era a aparência e estatura dos seres humanos primitivos. Através destes exemplos, podemos perceber como o intelecto humano ainda é muito limitado.


Se há seres semelhantes a nós em outros planetas, eles terão que ser logicamente, menos evoluídos, igualmente evoluídos e também mais evoluídos, com relação a nós. Porque o espaço é infinito e existem bilhões de galáxias. E para aqueles que são mais evoluídos, dependendo do seu grau de evolução, inclusive em matéria de tecnologia, não seria impossível visitarem com facilidade o planeta Terra. Com certeza.


Hoje, as pessoas que querem saber realmente, já sabem que as naves circulares, misteriosas, que vem do espaço infinito e também do fundo do mar (conforme já visualizado), viajam além da velocidade da luz. Agora, como estes misteriosos seres (no caso de serem mortais) conseguem sobreviver dentro desses objetos com tamanha velocidade, não sabemos ainda. É uma questão de tecnologia, que cabe a nós, ao menos tentar alcançar tal evolução tecnológica um dia. Antes disso, porém, a nossa mentalidade deve evoluir também, e ao invés de priorizar apenas o lucro, a guerra e a destruição, devemos priorizar a paz e o progresso infinito, levando em consideração o amor e respeito à natureza e ao próximo.


Reflexão

Por mais veloz que alguém se move, a velocidade da luz é sempre exatamente a mesma velocidade relativa para ele, isto é, 186.000 milhas por segundo. (Cerca de 300.000km/s, na realidade 299.792,5km/s. NT). Se ele se move a 185.000 milhas por segundo, a luz passará por ele a 186.000 milhas por segundo... quanto mais rápido alguém se desloca, mais lento passa o tempo e mais curta se converte a distância.


Se alguém, alguma vez, viajasse à velocidade da luz, o tempo na realidade pararia e a distância se reduziria a zero. Portanto, do ponto de vista da luz, a luz vive num universo no qual não existe o tempo, nem a distância, nem a massa. Da nossa percepção ligada à massa, quando observamos o universo, criamos espaço e tempo numa certa proporção, criamos 186.000 milhas de espaço por cada segundo de tempo.

Peter Russel


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