Visão ou Realidade?
A suposta visão de Isaías descrita a partir do capítulo primeiro, fora o exagero da narrativa, daqueles que se aproveitou para dar mais credibilidade a sua religião, talvez tenha sido copiado do diálogo real que os seres do espaço tiveram com o povo de Sodoma e Gomorra. Pois, tal diálogo deveria constar no livro de Gênesis. Já em Isaías aparece como "visão", embora esta palavra tenha duplo significado.
Depois da conversa que aqueles seres tiveram com o povo da cidade de Sodoma e Gomorra, houve uma interferência real e externa através de tecnologia avançada, embora tenha sido utilizado um vocabulário ingênuo devido à época (Isaías, 1:10 a 31).
Hoje, poderíamos utilizar uma linguagem mais científica para descrever o ocorrido. Observe a frase "Senhor Deus dos Exércitos, o Forte de Israel" (Isaías, 1:24), pois não se trata de um "Deus" imaginário, eles tinham inclusive armas e bombas cientificamente avançadas (Isaías, 13:4 e 5), (Isaías, 19:1°). E os versículos, conforme está claro a partir do versículo 10, capítulo primeiro se referem aos religiosos fanáticos daquela época.
Hoje fazem confusão, porque se baseiam apenas na moral do nosso intelecto (julgamento da mente limitada). Mas estes seres reais se baseavam e se baseiam em uma ética superior (lucidez da vida), além da moral humana. A consciência e lucidez deles eram e são algo inimaginável para nós do planeta Terra. Nós ainda utilizamos uns 5% da capacidade de nosso cérebro. Não dá para competir ou medir força com eles, conforme sugere os filmes de ficção promovidos pelo cérebro soberbo. Inteligência é sinônimo de consciência (lucidez).
Enquanto o nosso cérebro sonhador teme o desconhecido, imaginando o desconhecido sempre como inimigo (exemplificado pela maioria dos filmes de ficção científica), o desconhecido é a verdade que necessitamos, e urgente.
Quanto às armas, verifique em Ezequiel, 9:1° a 11. Tais versículos falam a respeito dos oficiais militares que possuíam armas destruidoras. A justificativa para a eliminação daquele povo, segundo tais versículos, era a violência e os assassinatos que o povo vinha cometendo diariamente (insanidade humana), (Ezequiel, 9:9). Logo, embora pareça contraditório, o objetivo de tal guerra era a valorização e a dignidade da vida humana. Não tinha nada a ver com religião e crenças. Apenas responsabilidade com a vida, com a realidade. Será que aqueles seis indivíduos eram habitantes da terra? Como seriam aquelas armas destruidoras? Em tal época, os seres humanos ainda não tinham tal tecnologia.
Quanto ao "Deus" que Ezequiel se refere, veja como tal Deus aparece em (Ezequiel, 1:4), (Ezequiel, 8:2 a 4). Ou seja, era um objeto no ar com luzes vermelhas na parte de baixo, e a parte de cima tinha uma cor de âmbar. E Ezequiel foi levantado do chão, entre a terra e o céu e posteriormente trazido de volta a terra (foi transportado até Jerusalém). Infelizmente, Ezequiel descreveu na época, tal objeto como "glória de Deus", conforme era conhecido naquela época. O vento tempestuoso descrito por Ezequiel, era causado pelo objeto girando velozmente no ar. Era semelhante ao objeto voador que muitas pessoas hoje já viram.
Posteriormente, com o avanço também da ciência na terra, a cor âmbar passou a ser utilizada em gelatinas para iluminação de TV e Cinema, pois ela diminui a intensidade da luz sem alterar fortemente a temperatura dessa luz. E coincidentemente, essa cor também é muito utilizada na aviação hoje. Portanto, enquanto acreditamos em um Deus idealizado pelas religiões ingênuas, deixamos de prestar atenção na realidade.
Isto não significa que tudo o que está escrito no livro de Ezequiel e também Isaías, tenha sido realmente dito por aqueles seres semelhantes ao homem, porém muita coisa foi acrescentada pelos fanáticos religiosos que exageraram na narrativa, devido suas crenças e convicções religiosas.
Entretanto, ficou evidente que naquela época havia um grande objeto que se locomovia no ar, o qual entre outros nomes, era também conhecido como "grande nuvem com fogo", "a glória do Senhor", e também "firmamento" (Ezequiel, 1:4), (Ezequiel, 10:18 e 19), (Ezequiel, 11:22 e 23).
Para entender o que houve realmente, é preciso saber o que era que Ezequiel chamava de "glória do Senhor" e outras vezes "firmamento" que estava sempre no ar, cujos supostos querubins com mãos de homens, eram atraídos do chão juntamente com os "animais com rodas" para dentro deste objeto maior no ar. Inclusive é preciso saber como eram aquelas rodas altas (uma dentro da outra), cujas cambas (peças curvas das rodas de um veículo, onde se prendem os raios) eram cheias de "olhos" (orifícios) ao redor (Ezequiel, 1:14 a 22), (Ezequiel, 1:25 a 28). Ou seja, era simplesmente um veículo terrestre com quatro rodas grandes e com quatro indivíduos dentro, um em cada janela.
A aparência dos supostos animais velozes como relâmpago (carros semelhantes aos de hoje), como brasas de fogo, ou como uma aparência de tochas, era uma cor tipo vermelho metálico que reluzia através do sol do deserto.
Por cima de tal suposto firmamento pairado no ar (nave mãe), havia uma semelhança de trono (cadeira, assento), e sobre a semelhança do trono, havia a semelhança de um homem. Ou seja, havia simplesmente um homem sentado, o qual falou através de um instrumento eletrônico com Ezequiel, só isso. No entanto, Ezequiel se esforçou o máximo para explicar algo nem tão difícil para explicar nos dias de hoje.
Sobre a cabeça dos supostos querubins e dos supostos animais com rodas, havia algo com uma semelhança de firmamentos, como um aspecto de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça (nave mãe). Este objeto enorme estava pairado no ar, como sempre. Por isso que os supostos querubins e os veículos terrestres pareciam voar. Ou seja, flutuavam para dentro de tal objeto, devido à anulação da gravidade através de um foco de luz circular projetado de cima. Os homens chamados de querubins por Ezequiel, pareciam estar vestidos com capas longas e capacetes.
Apesar de o fenômeno parecer tão estranho e misterioso, segundo a descrição antiga de Ezequiel, foi algo bem mais simples de ser explicado, pelo menos hoje. Os denominados "animais com rodas", eram simplesmente veículos terrestres. Eles não flutuavam por si só, porém eram sugados através de uma misteriosa luz circular (hoje já conhecida por muitas pessoas) projetada do veículo grande que ficava pairado no ar (nave mãe). Tal luz anulava e anula a gravidade em seu círculo de ação, era assim que os supostos querubins pareciam voar. Eles tinham mãos de homens porque eram homens reais.
Segundo os versículos 19 e 20 de Isaías, capítulo primeiro citados acima, o destino da humanidade depende de nós, e o versículo 18 do mesmo capítulo, revela que o "pecado" não é algo definitivo, exatamente porque é psicológico (equívocos intelectuais). Os versículos de Isaías revelam as oportunidades e chances que eram dados aos indivíduos religiosos sanguinários e fanáticos e mesmo assim, insistiam que eram bons e justos (santos), apesar de agirem contrariamente.
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