Um Misterioso Objeto Voador
Quanto ao objeto voador estranho e enorme, descrito desde o livro de Gênesis. Ele passava dias e noites no ar, o qual foi, todavia denominado de "glória de Deus", "firmamento", e também "nuvem" (entre outros nomes) quando visualizado durante o dia, e também um "clarão vermelho", quando visualizado durante a noite. Porém, se tratava de uma coisa só. Ou seja, não era nem nuvem escura, nem clarão vermelho, mas um grande objeto que se locomovia no ar, e que tinha luzes vermelhas e outras cores (Êxodo, 13:21 e 22).
Dependendo da tradução bíblica, utilizam o termo "coluna de fogo" ou "clarão vermelho".
O tal clamor (queixa, súplica), que chegava aos ouvidos destes seres (visitantes), não era resultante de oração como muitos entendem. Eles ficavam sabendo da conduta do povo através de Ló que habitava em Sodoma (Gênesis, 19:12 e 13). Mesmo assim, não acreditaram totalmente nos argumentos de Ló, por isso verificaram pessoalmente (Gênesis, 18:21 e 22). Claro, Ló poderia está enganado.
O "Senhor" que enviou os dois indivíduos para avisar a Ló sobre o dia e a hora que ocorreria a destruição de Sodoma e Gomorra, foi o mesmo hierarquicamente superior, o qual sempre esteve com eles nas visitas. Quando os dois indivíduos foram enviados, o tal "Senhor" ficou aguardando a confirmação deles através de algum meio de comunicação para destruir ou não Sodoma e Gomorra. Pois, alguém teria que executar concretamente aquela tarefa (Gênesis, 19:24).
Conforme podemos perceber na narração dos textos, o povo de Sodoma e de Gomorra, todavia não sabiam com certeza que tais indivíduos vinham do céu (espaço), por isso tais indivíduos "estrangeiros" foram ignorados e subestimados (Gênesis, 19:9). Do contrário, aquele povo não teria jamais coragem de desafiá-los. Seria muita estupidez. Isso aconteceu porque estes seres faziam suas visitas a pé, os seus objetos voadores misteriosos, quase ninguém via, como ainda hoje. Embora também tivessem veículos terrestres os quais raras pessoas tinham o privilégio de ver, conforme consta no livro de Ezequiel, confundidos na época com animais de rodas. Ou seja, no lugar das patas dos supostos animais, haviam rodas grandes, cheias de "olhos" (orifícios) ao redor. Ou melhor, rodas altas (uma dentro da outra), cujas cambas (peças curvas das rodas de um veículo, onde se prendem os raios) eram cheias de "olhos" (orifícios) ao redor.
Imagine por um instante, o que poderia ser hoje, um animal com rodas no lugar das pernas e patas? (Ezequiel, 1:14 a 22), (Ezequiel, 1:25 a 28). Estes veículos terrestres e menores, não voavam de fato, eles apenas levitavam. Acontece que havia um objeto incrivelmente maior flutuando logo acima deles, conforme está escrito. Tal objeto imenso (semelhança de firmamento, estendido por cima) era responsável pela eliminação da gravidade local. Havia a cor vermelho metálico confundido com fogo e o reflexo dos vidros das janelas, provocados pelo sol do deserto, confundidos com raios ou relâmpagos. Afinal, era novidade, ninguém conhecia aquilo. Ou melhor, não existia aqui na terra.
Conforme consta, na época da destruição de Sodoma e Gomorra, somente Abraão havia visto um dos objetos voadores misteriosos à noite (Gênesis, 15:17 e 18), e provavelmente Ló também. Assim sendo, hoje pode acontecer à mesma coisa. De repente, alguém poderia dizer que veio do espaço dar uma mensagem, e naturalmente seria denominado de louco (Gênesis, 19:14), caso não vissem também o seu meio de transporte misterioso. Pois, não foi somente Ló que foi zombado, porém aqueles seres também quando visitaram a pé a cidade de Sodoma (Gênesis, 19:1° a 3), (Gênesis, 19:9).
Para ter certeza realmente que estes visitantes vinham do céu (espaço), seria necessário ver tais indivíduos entrando e saindo de um objeto voador realmente estranho e desconhecido. Mesmo assim, hoje ainda poderíamos ter alguma dúvida porque já fabricamos também objetos voadores. Para acreditarmos hoje em tais indivíduos, antes teríamos que ter certeza que tal objeto não foi fabricado na Terra. Porém, tais objetos são tão avançados e diferentes, principalmente a nave mãe, que ainda hoje mete medo a quem tem o privilégio de ver.
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